13 de agosto de 2010

Infindável.

Entre tantas coisas que existem na vida, algumas são para sempre. E no auge dos meu 15 anos, no meio do meu ensino médio queria que minha realidade fosse eterna.
O colégio me parece tão atraente. Amigos, risadas, união, amor! Somos invejados por tanto, por sermos simplesmente amigos, de fato!
Sábados, sextas, quintas, domingos! É feriado, é janta, é cerveja, é risada, e somos nós, no que fizemos melhor. E bom o nosso melhor é viver. Viver nossa adolescência com toda intensidade possível. compatilhamos problemas, aflições, recordações e sonhos. Às vezes brigamos e em meio a tanta convivencia até nos apaixonamos. Mas é assim. Assim somos nós, o mais forte possível, a lembrança do meu ensino médio vai me fazer lembrar como fui feliz com tão pouco. Com noites mau dormidas, risos demais, choros demais, com festas, sítio, piscina, música, viagem, história, recordação!
Vocês meus amigos, serão a doce lembrança de um tempo em que acordar cedo, não era tão ruim.
E espero que a hora dar tchau, seja tão feliz quanto toda a nossa história. E bom, é díficil de acreditar que falta um ano e meio para que a vida real bata a nossa porta, e vai ser impossível não deixa-la entrar. Ou pior, sair. Não é ela que entra, somos nós que vamos enfrenta-la, mas enfrentarei forte, com todos vocês no meu coração, e na minha lembrança.

"Coloridamente Infindável!"

10 de agosto de 2010

Você precisa ser livre!

Depois de um tempo eu entendi, entendi que a liberdade não está no desapego, no "não dever nada a ninguém". A liberdade é encontrada no exato momento que você se completa, e não está mais preso a inseguranças, tristezas. A liberdade está no momento em que você encontra a sua felicidade, o seu chão, a sua paz.
Ser livre é poder estar feliz, idependente do que seja esta felicidade. Seja ela um amor, um amigo, uma festa ou um trago. Você vai estar feliz quando estiver acompanhado da sua alegria.

9 de agosto de 2010

Lembra?

Te queria aqui por perto, como antes. Lembra quando você era apenas uma possibilidade, um padecinho do meu coração, e você vinha crescendo dentro de mim, e a cada vez que você me decepcionava eu queria te provar que você precisava mais de mim, até que eu te convenci.
Lembra aquele dia que você me esnobou e eu chorei?
Você nem deve saber, mas eu joguei duas grandes oportunidades no lixo por você, eu lemro, como so fosse ontem.
E você, lembra do verão, do dia vinte e um de janeiro? E do dia vinte e três?
Lembra do dia dezoito de fevereiro? E do dia do aniversário do seu melhor amigo, dia vinte e cinco?
Lembra do ínicio? Das expectativas, esperanças e desejos?
Lembra do dia doze de junho? Da noite que eu me tornei tua namorada, lembra?
Lembra de tudo?
Eu lembro, sempre vou lembrar. Eu sinto falta!
Mas porque sinto falta? Você está aqui, você ainda é meu! Que boba que eu sou, acho que eu tenho que aproveitar mais os momentos ao seu lado, do seu jeito, do meu jeito.
Para que depois eu possa lembrar, lembra?

8 de agosto de 2010

Cá estou eu.

Odeio meio termo! Onde estou? No meio termo.
É estou entre o ir e o ficar.
Entre o REcomeço e o fim.
Entre nós e eu.
Entre a razão e o coração.