No inverno, todas essas meias não esquentam meus pés, assim como todos os conselhos não mudam nada.
Eu pensei que era mais forte, pensei que aguentaria com mais equilibrio, me enganei.
Eu pensei que eu não seria daquelas dramáticas que deixariam de lado todo o resto do mundo, mas agora eu não deveria estar aqui, mas estou, e sabe o que eu estou fazendo? Esperando alguma coisa, alguma reação, resposta.
Hm, acho que já ta meio tarde, frio demais.
E o pior, a cada segundo meu coração desacredita mais, e eu não quero isso. E tudo oq ue falam me deixam mais confusa.
Ao mesmo tempo que eu quero tudo resolvido, e quero te ver do meu lado, eu não sei, mas talvez fosse outra alternativa.
E de pensar que a um ano atras eu nem cogitava você fazer parte da minha vida assim, e a meio ano eu não colocava muita fé no que tava começando, mas dei o meu mlhor, a três meses estavamos no auge, a quase dois meses eu disse sim, e sabado foi a última vez que eu te abracei.
É, tu tá tão perto e ao mesmo tempo tão distante de mim. Parece clichê, mas é isso que ta acontecendo.
Espero que essa coisa de começar a chorar do nada, comer feito uma louca, ouvir músicas que a um tempinho a trás me fazim sorrir e agora fazem com que eu desabe passe logo.
Eu quero minha paz, não sei onde ela tá, mas eu vou achar.
"Mas veste algo quente que o frio vai chegar"
4 de agosto de 2010
Tá tudo assim, tão diferente.
Mais uma noite de choro se passou, e eu aqui denovo. Mas eu não vou contar os meios, eu não quero ter que chorar denovo pensando em tudo, mesmo isso sento impossível.
Bom, talvez Gessinger me entenderia agora, e como eu fui burra. A música que deu título ao CD gravado no ano no meu nascimento e eu nunca tinha percebido o quanto essas palavras são sabias:
"Já perdemos muito tempo brincando de perfeição
Esquecemos o que somos: simples de coração"
Será que era tão dificil de ver que tudo tão bem não tava certo? eu sempre achei que era assim como era, pelo simples fato de ser. Ser perfeito, exato, ou quase, tinha pequenos probleminhas que se resolviam fácilmente. Era a brincadeira, a parfeição.
Puts Júlia, é tudo tão mais Simples, simples de coração.
Será que tu não viu que não poderia ser assim, que alguma coisa estava errada?
Eu vi, agora. E sinceramente eu não sei que fazer. Não sei o que é melhor pra mim, pra ti, e pra tudo. Um caminho leva a continuadade, iriamos juntos colocar tudo no lugar. O outro, eu iria colocar tudo aqui no lugar, sozinha.
O que é melhor? eu não sei, e nunca vou descobrir, se eu escolher um não vou experimentar o outro, pelo menos é o honesto, não vou poder julgar minhas escolhas.
E não é só isso, é tudo. Amigos, melhores amigos, amigos que por pura burrice minha me afastei e o amor (que smepre torna tudo mais a flor da pele, mais triste e dramatico).
Pela primeira vez da minha vida estou parada, não tenho rumo, nem frente, nem trás.
Tenho Deus, esse sim, sempre, e espero que ele me perdoe por meus tropeços, e ele vai perdoar, ele é amor.
Bom, agora eu tenho que dar tempo ao tempo. Eu tenho que dormir, ter uma boa maquiagem pra amanhã de manhã. Uma boa desculpa talvez, mas vou confiar na sinceridade, espero guardar palavras e a minha impulsividade. Quero tomar café amanhã, dar um abraço apertado no meu anjo Taiele, e quero tentar conseguir chegar a uma conclusão de tudo. E eu vou, por que aqui parada, eu não vou ficar.
Boa noite, talvez seja isso.
Bom, talvez Gessinger me entenderia agora, e como eu fui burra. A música que deu título ao CD gravado no ano no meu nascimento e eu nunca tinha percebido o quanto essas palavras são sabias:
"Já perdemos muito tempo brincando de perfeição
Esquecemos o que somos: simples de coração"
Será que era tão dificil de ver que tudo tão bem não tava certo? eu sempre achei que era assim como era, pelo simples fato de ser. Ser perfeito, exato, ou quase, tinha pequenos probleminhas que se resolviam fácilmente. Era a brincadeira, a parfeição.
Puts Júlia, é tudo tão mais Simples, simples de coração.
Será que tu não viu que não poderia ser assim, que alguma coisa estava errada?
Eu vi, agora. E sinceramente eu não sei que fazer. Não sei o que é melhor pra mim, pra ti, e pra tudo. Um caminho leva a continuadade, iriamos juntos colocar tudo no lugar. O outro, eu iria colocar tudo aqui no lugar, sozinha.
O que é melhor? eu não sei, e nunca vou descobrir, se eu escolher um não vou experimentar o outro, pelo menos é o honesto, não vou poder julgar minhas escolhas.
E não é só isso, é tudo. Amigos, melhores amigos, amigos que por pura burrice minha me afastei e o amor (que smepre torna tudo mais a flor da pele, mais triste e dramatico).
Pela primeira vez da minha vida estou parada, não tenho rumo, nem frente, nem trás.
Tenho Deus, esse sim, sempre, e espero que ele me perdoe por meus tropeços, e ele vai perdoar, ele é amor.
Bom, agora eu tenho que dar tempo ao tempo. Eu tenho que dormir, ter uma boa maquiagem pra amanhã de manhã. Uma boa desculpa talvez, mas vou confiar na sinceridade, espero guardar palavras e a minha impulsividade. Quero tomar café amanhã, dar um abraço apertado no meu anjo Taiele, e quero tentar conseguir chegar a uma conclusão de tudo. E eu vou, por que aqui parada, eu não vou ficar.
Boa noite, talvez seja isso.
3 de agosto de 2010
Não aguentar.
Eu sempre fui assim, nunca consigo aguentar, eu tento, dou o máximo de mim. Mas parece que não adianta é mais forte. Eu sempre venho a transbordar. Se estou feliz, dou risadas descontroladas e acabo parecendo uma louca. Quando sou contráriada, a cara de revolta está tão presente que parece que a frase " vai toma no c*" está estampada na minha cara, mas quando estou triste que a avalanche vem, o choro, de novo. Deixa meu rosto vermelho, borra minha maquiagem e me faz viajar no "E se?".
E se fosse diferente? E se eu tivesse feito tal coisa? E se eu divesse dito o que estava intalado na minha garganta?
Acho que vou continuar com os "E se?", e vou continuar a transbordar e fazer bagunça por aí, por mais que atrapalhe, não adianta fugir, essa sou eu.
E no momento minha cara expressa um "eu não entendo". Ontem meus olhos tranbordaram, e não eu não estava bem, dava pra ver. E se eu tivesse falado, abraçado? E se você não tivesse me tratado daquele jeito?
Talvez minha semana poderia começar melhor. Mas "E se?" é um hipótese impossível, já passou.
E eu? Eu vo tentar arrumar a bagunça que eu deixei. No meu quarto, nas minhas coisas, em ti e no meu coração.
E se fosse diferente? E se eu tivesse feito tal coisa? E se eu divesse dito o que estava intalado na minha garganta?
Acho que vou continuar com os "E se?", e vou continuar a transbordar e fazer bagunça por aí, por mais que atrapalhe, não adianta fugir, essa sou eu.
E no momento minha cara expressa um "eu não entendo". Ontem meus olhos tranbordaram, e não eu não estava bem, dava pra ver. E se eu tivesse falado, abraçado? E se você não tivesse me tratado daquele jeito?
Talvez minha semana poderia começar melhor. Mas "E se?" é um hipótese impossível, já passou.
E eu? Eu vo tentar arrumar a bagunça que eu deixei. No meu quarto, nas minhas coisas, em ti e no meu coração.
1 de agosto de 2010
Olá fim de férias!
Elas já estão ao fim, e eu não fiz tudo que deveria, mas fiz o bastante para lembrar dessas férias com um sorriso no rosto.
Não me preocupei em fazer trabalhos, redações, organizar matérias, revisar conteúdos, o que eu queria fazer. É triste quando meu instinto nerd fala mais alto, mas ele só tenta, raramente vence.
Eu me deixei levar pelo coração, pelos momentos, pela amizade. Passei muitas tardes ao nada, com meu chimarrão e o note, o que me fez bem, viver um pouco em 'paz' às vezes faz falta, quando se é uma pessoa agitada como eu. Também passei noites com amigas, por aí, a comer, rir, conversar e esclarecer, muito! Passei horas no carro, dormindo, lendo, ouvindo rádio e conversando com os mestres Eltton e Simone. E passei horas na internet, a conversar com quem tava longe de mim, é amor, não nos encontramos muito nessas férias, mas assistir Eclipse foi divertido. Senti saudade, e a matei também.
Gosto de ter uma lembrança das férias e dessa vai ser a despreocupação. Ela passou e eu olhei poucas vezes para o relógio, eu comi demais, creio eu que engordei, eu abracei, ri exageradamente, sonhei demais.
Mas é bom, gosto de me render aos exageros que a despreocução me dá. De certa forma eles me completam.
Não me preocupei em fazer trabalhos, redações, organizar matérias, revisar conteúdos, o que eu queria fazer. É triste quando meu instinto nerd fala mais alto, mas ele só tenta, raramente vence.
Eu me deixei levar pelo coração, pelos momentos, pela amizade. Passei muitas tardes ao nada, com meu chimarrão e o note, o que me fez bem, viver um pouco em 'paz' às vezes faz falta, quando se é uma pessoa agitada como eu. Também passei noites com amigas, por aí, a comer, rir, conversar e esclarecer, muito! Passei horas no carro, dormindo, lendo, ouvindo rádio e conversando com os mestres Eltton e Simone. E passei horas na internet, a conversar com quem tava longe de mim, é amor, não nos encontramos muito nessas férias, mas assistir Eclipse foi divertido. Senti saudade, e a matei também.
Gosto de ter uma lembrança das férias e dessa vai ser a despreocupação. Ela passou e eu olhei poucas vezes para o relógio, eu comi demais, creio eu que engordei, eu abracei, ri exageradamente, sonhei demais.
Mas é bom, gosto de me render aos exageros que a despreocução me dá. De certa forma eles me completam.
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